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Visualização de dados

Visualização de dados

A visualização é uma forma de transformar os dados em soluções. Um bom gráfico economiza tempo, reduz a carga cognitiva e ajuda a ver padrões, em vez de «desenhos». A seguir, guia de campo: desde metas e escolha de diagramas até design, estoriteling e operação no produto.

1) Objetivos e público

Objetivos: pesquisa (EDA), explicação (insight → ação), monitoramento (dashboard), convicção (apresentação).
Público: guia (high-level e tendências), produto/marketing (vórtices, cômodos), engenheiros/ML (SLA, deriva, métricas de modelos), complacência (riscos/controle).
Regra de ouro, uma visualização é uma questão fundamental.

2) Seleção de gráficos (parafuso)

PerguntaDadosGráfico
Comparar valoresCategorias (até 15)Lista de bar (horizontal para marcas longas)
DinâmicaHoraGráficos lineares, area (para poupança), sparkline
DistribuiçãoContínuosHistograma, KDE, box/violin
Relação de partesParte → inteiraBar de pilhas/100%; donut/pastel - apenas para 2-3 partes
CorrelaçõesDois/não. variáveisScatter/babble, heatmap, pares de gráficos
Classificados/liderbordesOrdenarLista de bar classificado, dumbble
ComposiçõesMuitas métricasPequenos múltiplos (small multiples), facetas
FluxosTransiçõesSankey, alluvial, chord (cuidado)

Anti-pattern: gráficos 3D, eixos duplos sem necessidade aparente, lendas sobrecarregadas.

3) Composição e leitura

Hierarquia: cabeçalho → insight chave → peças.
Grade e recuos: linhas extras removidas; assinaturas de números são mais raras, mas apropriadas.
Fontes: 3 tamanhos (cabeçalho, eixos, assinaturas); evite caps e «pequenas coisas».
Anotações: assine pontos altos/anormais, alterações de política/campanha.
Layout dashbord: regra «Z» ou «F», 3-6 cartões para a tela, um NSM para cima.

4) Cor e codificação

O valor da cor é categórico - painéis de qualidade; ordens - gradientes; divergentes - para «acima/abaixo do normal».
Contraste: proporção de ≥ 4. 5:1 para o texto; verifique os painéis de segurança daltonismo.
O mínimo de cores é o ideal: 1 sotaque + 1-2 auxiliar.
Canal de dados: primeiro posição/comprimento, depois ângulo/área, cor como amplificador.
Sotaque: Enfatize o principal (highlight), e o resto, o cinza.

5) Storitelling

Esqueleto: contexto → conflito (questão/anomalia) → desfecho (conclusão/ação).
Narrative no gráfico: título principal (insight), subtítulo (como ler), notas (por que importante).
Comparações antes/depois, controle/teste, YoY/DoD, valores racionados.
Unidades e escalas: unidades claras, arredondamentos razoáveis, ponto zero nas listas de bar.

6) Dashboards: do layout ao uso

Camadas: Executive (1-2 NSM + 3 drivers), Domain (vórtices/cômodos), Ops/ML (SLA/deriva/alertas).
Filtros: tempo, segmentos (país/canal/plataforma), experiências.
Cartões: Times KPI com tendência/sparkline, drill-down click.
Estados: em branco (sem dados), erro, download.
Atualização: especifique a frequência/liga (por exemplo, «atualizado há 10 minutos»).

7) Métricas de qualidade de visualização

Tempo até o insight (TTI): segundos antes de «o que está acontecendo aqui».
Carga cognitiva: número de elementos/lendas; O objetivo é, no mínimo, mudar de olhar.
Exatidão de leitura: variação de «olho» vs valores reais.
Uso: cliques/scroll/salvação; que cartão dá soluções.
Confiança: proporção de interpretações corretas no teste personalizado.

8) Disponibilidade e localização

Altos textos e títulos descritivos.
Cores diferentes no daltonismo; duplique as cores em forma/traço.
Localizações de números/datas, escalas à direita para algumas línguas.
Navegação por teclado e atalhos screen-reader para dashboards na Web.

9) Anti-pattern

Chartjunk - elementos decorativos que não fazem sentido.
Tortas 7 + setores, substituam-no pelo bar.
Dois eixos Y sem necessidade clara, é melhor normalizar/mostrar dois painéis.
Precisão falsa: 12 caracteres após vírgula, escalas «rasgadas» sem aviso.
Interatividade infinita: esconde o pensamento principal - primeiro a espécie chave estática.

10) Modelos de visualização de tarefas de dados

Côrtes e retenção: heatmap/calendário + linhas de tendência D7/D30.
Vórtices: bar passo a passo + conversion deltas; anotações de experiências.
Monitoramento ML: métricas (PR-AUC, Recall@FPR≤x%), calibragem (Reliability curve), deriva (PSI heatmap), latency p95.
Finanças: catarata (bridge) para contribuições de fatores na GGR/receita.
Anomalias: linha com corredor de confiança + marcadores de eventos/lançamentos.
Segmentação: small multiples por segmento; UMAP scatter com coloração.

11) Ferramentas e pilha

Pesquisa: notebooks + matplotlib/plotly, gggplot-gramáticas similares.
BI/dashboard: Tablet/Power BI/Looker/Metabase/Superset.
Frente Web: D3/Observável, Plotly. js, Vega-Lite; para widgets de prod - bibliotecas canvas leves/WebGL.
Padrões de design de gráficos (cores, grades, fontes), componentes-mestre.

12) Desempenho e dados

Calcule as unidades do lado DWH; preguiçoso carregue grandes séries.
Downsampling/binings para longas filas; «pequenos múltiplos» em vez dos heatmap gigantes.
Armazenamento de segmentos populares; precompute sparline.
Controle N categorias únicas (≤ 12 por gráfico).

13) Visualizar incertezas e comparações

Intervalos de confiança/fitas, error bars, box/violin para as distribuições.
Transparência/barras para «plano/fato».
Normalize as unidades; para alterações relativas - índice (t0 = 100).
Não misture escalas lineares e logarítmicas sem uma explicação clara.

14) Código e revidação visuais

Folha de cheques, o objectivo está claro? O gráfico foi selecionado corretamente? a lenda é legível? unidades/origem/data de atualização são especificadas?
Dicionário de termos: definições KPI unificadas; versão de fórmulas em gráficos.
Versioning: «dashboard vX», data de lançamento, changelog.
Segurança: disfarce o PII; agregem para um nível seguro.

15) Folha de cheque antes de publicar

  • O cabeçalho articula um insight e não um «tipo de gráfico»
  • Assinaturas de eixos/unidades/origem/data de atualização especificadas
  • A escala e o ponto zero são corretos; não há eixos enganosos
  • As cores são contrastantes e o daltonismo-seguro; legenda é mínima
  • Anotações de eventos-chave/experiências adicionadas
  • Há estados em branco/errado e atualizações SLA definidas
  • A visualização passa por um teste de 5 segundos para compreensão

Mini-glossário

Small multiples: série de gráficos idênticos para diferentes segmentos/períodos.
Chartjunk, «lixo» visual sem dados.
Diverging palette: painel com meio neutro (abaixo/acima do normal).
Sparklines: faíscas mini-gráficas ao lado do KPI.

Resultado

Visualização forte não é «gráficos bonitos», mas um pensamento claro, um tipo de diagrama bem escolhido, disciplina de composição e cores, reflexo honesto da incerteza e uma experiência cuidadosa. Faça um simples visual inicial, enfatize o principal, documente as definições e acompanhe a operação - de modo que a visualização se torne uma ferramenta de controle e não uma decoração.

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