Lançamento de canário do serviço Checkout
1) Por que precisa de documentação
A documentação operacional é uma memória administrada da organização, que reduz o MTTR, normaliza o trabalho, ajuda a auditar e escala os comandos sem degradar a qualidade. Boa documentação:- transforma o conhecimento oral em procedimentos repetitivos;
- especifica os limites de responsabilidade e pontos de escalação;
- é uma fonte de provas para a complacência e segurança;
- acelera a linha e reduz os riscos de «gargalos estreitos».
2) Taxonomia de documentos (o que significa)
Policy (Política): intenções e marcos («o quê e o porquê»). Exemplo: Política de gestão de incidentes.
Padrão: requisitos mínimos obrigatórios («quanto»). Exemplo: prazo para atualização de certificados TLS.
SOP/Procedure (Procedimento operacional padrão): etapas sequenciais («como»). Exemplo: Lançamento de lançamento de canário.
Runbook: instruções passo a passo para eventos típicos (alertas/operações). Exemplo: «API 5xx cresceu - algoritmo de ação».
Playbook: um conjunto de soluções de cenário com opções e bifurcações. Exemplo: «Problemas com o provedor de pagamentos».
KB: respostas, FAQ, ferramentas de ajuda.
Checklist: uma breve lista de itens obrigatórios antes das ações.
Record/Evidence: registro de passos concluídos, capturas de tela/logs/assinaturas.
3) Princípios de boa documentação
Uma única fonte de verdade (SSOT). Os documentos não são duplicados; pulverizar é ficar obsoleto.
Docs-as-Code. Armazenados no Git, passamos pelo código-review, versões e difs - visíveis.
Actionable-first. No início, há um cartão breve: quando executar, quem é o dono, o que fazer, os critérios de conclusão.
Atômica e direcionada. Um documento é uma tarefa/processo.
Atualização. Dono claro e atualizações SLA (por exemplo, trimestralmente).
Observabilidade. Links de dashboards/alertas/métricas estão incorporados.
Segurança-by-design. Classificação de sensibilidade, camuflagem de segredos, controle de acesso.
4) Ciclo de vida do documento (Governance)
1. Iniciar: pedido/tíquete → tipo de documento → proprietário.
2. Rascunho: modelo, mínimo de exemplos, links de padrão e SLO.
3. Revezamento técnico (SRE/plataforma/segurança), procedimento (gerenciador de processo).
4. Publicação: no ramo mestre, marca versão/data, status (ativo/experimental/deprecated).
5. Treinamento/Comunicação: anúncio de mudanças, treinamento curto/demo.
6. Retrospectiva: após incidentes/exercícios, editar.
7. Auditoria e arquivo: trilho imutável (quem/quando mudou), versões antiquadas no arquivo.
5) Estrutura SOP/Runbook (mínimo)
1. Cartão: Nome, ID, Versão/Data, Proprietário, Papéis Responsáveis, Políticas/Padrões Associados.
2. Quando aplicar: condições de início (alert/evento/janela de trabalho).
3. Preparação: direitos/ferramentas/dados, risco-avaliação, comunicações.
4. Passos: numerados, com comandos/captura de tela/resultados previstos.
5. Critérios de sucesso/reversão: liminares SLI/SLO nítidos.
6. Escalação: quem, quando e como (canal, telefone, provedor).
7. Segurança/Complacência: dados sensíveis, proibições, registros de ações.
8. Post-action: encerramento de tíquetes, atualização de status, coleta de provas.
9. Histórico de alterações (changelog).
6) Estilo e regras de decoração
Claro e curto: 1 passo - 1 ação - 1 resultado.
Imperador: «Executar»..., «Verificar»..., «Reverter»...
Capturas de tela/comando: ao lado do passo; comandos - blocos copiados; notar a conclusão esperada.
Variabilidade: ramais «Se A → passo X, se B → passo Y».
Conectividade: onde é relevante - especifique regiões/provedores/tenentes.
Localização: Documentos-chave em pelo menos 2 idiomas; especifique o status das traduções.
Tags e pesquisa: serviço, componente, provedor, tipo de incidente, SLO, versão.
7) Docs-as-Código e ferramentas
Armazenamento: Git (principal/feat/bugfix), revezamento PR, required checks.
Formato: Markdown/AsciiDoc; diagramas em PlantUML/Mermaid; esquema JSON/YAML.
Publicação: site estático (Docusaurus/MkDocs) + pesquisa.
Verificação: Lente CI, teste de referência, ortografia, validadores de blocos de código.
Integrações: ChatOps comandos '/runbook open X ', exibindo a última versão em alertas.
Ligações: CMDB/diretório de serviços ↔ documentação ↔ dashboard.
8) Controle de acesso e classificação
Классы: Public / Internal / Confidential / Restricted.
Separação: instruções públicas (estatais gerais) vs fechadas (chaves, comandos, diagramas de rede).
Segredos: proibidos no texto; usar o cofre secreto e playsholders.
Auditoria: registro de leitura/alteração para SOP sensíveis.
9) Comunicação com incidentes e lançamentos
Cada alerte é uma referência ao runbook relevante.
Todos os incidentes incluem um link para a SOP usada e um cheque de notas.
Após o RCA, atualiza os documentos como uma ação CAPA.
Antes do lançamento - checklist: prontidão de reversão, bandeiras de degradação, contatos de provedores.
10) Conjunto mínimo obrigatório (MVP-doc-pacote)
Política de Gestão de Incidentes e Escalonamento (Níveis V/P, Timing).
Padrão de monitoramento e políticas de alert (burn rate, quórum).
SOP: lançamento/reversão (canary/blue-green), migração de BD (expand/contract).
Runbook: «Alto erro-rate», «Crescimento p99», «Queda do sucesso de pagamentos», «TLS/DNS problema».
Playbook de provedores externos (pagamentos/KYC/CDN): contatos, limites, folbacks.
Política de gestão de segredos e acessibilidade.
Modelos RCA e Post-mortem.
Tabela de proprietários de serviços (RACI) e mapa de dashboards.
11) Métricas de qualidade de documentação (SLO documento)
Coverage:% caminhos críticos com SOP/Runbook.
Freshness: proporção de documentos de dias N recentes (por exemplo, 90).
Usability:% dos incidentes fechados de acordo com o runbook sem escalação.
Findability: A mediana do tempo de busca do documento desejado (sondagens/logs).
Defect rate: número de observações em/100 documentos.
Adition: proporção de alertas com referência correta para runbook.
Compliance evidence rate:% das tarefas com provas anexas.
12) Folhas de cheque
Folha de cheque de criação do SOP
- O dono e o público-alvo foram definidos.
- Há condições de iniciar e critérios de pare.
- Os passos são reproduzidos, testados por outro engenheiro.
- Links de dashboards/alertas/ferramentas foram incorporados.
- Sem segredos; há playsholders e referência para vault.
- O retrocesso e o escalar foram descritos.
- A folha de cheque «após a ação» foi adicionada.
- Versão, data, changelog.
Folha de cheque com reverência
- O documento corresponde a uma taxonomia (não mistura políticas e passos).
- Linguagem simples, imperiosa, sem ambiguidades.
- Os comandos foram testados em «seco »/« stage».
- Os riscos e os pontos de controle são especificados.
- Disponibilidade (Internal/Restricted) é correta.
- Linteiros/validadores ultrapassados na CI.
13) Localização, versão e disponibilidade
Versão de 'MAJOR. MINOR. PATCH ', onde o MAJOR quebra a compatibilidade de processos.
Idiomas: assinale o idioma de origem e o status das traduções (up-to-data/needs review).
Fator de formulário: exibição móvel/noturna para on-call, cartões de impressão IC.
14) Dock automação (a partir da prática)
Geração de esqueletos SOP a partir de modelos CLI ('doc new sop --service = payments').
Inserção automática de links para as últimas marcas de formatação do serviço.
Bots-lembretes de documentos vencidos (freshness SLA).
Exporta o pacote Evidence durante o período (PDF/ZIP) para a auditoria.
Associar os tíquetes de incidentes à versão dos documentos usados na solução.
15) Segurança e Complacência
As seções «Riscos» e «Eventos de controle» são obrigatórias.
Armazenamento de evidence em um arquivo imutável com assinaturas/assinaturas.
Vinculação a regulamentos (por exemplo, prazos de notificação/retenção), detentores de conformidade explícitos.
16) Anti-pattern
Um labirinto Vicky sem donos ou data de renovação.
Políticos misturados a comandos, ninguém vai descobrir o que fazer.
Documentos sem contexto (sem SLO, dashboards, escaladas).
Capturas de tela com segredos ou instruções para clicar aqui sem alternativas CLI.
«Um guru sabe como» - tribal knowledge sem fixação.
Os PDF de arquivo são a única versão - não são editados, não são procurados.
17) Modelos (fatias)
Chapéu SOP (exemplo)
SOP-ID: OPS-REL-001
18) Incorporar ao trabalho diário
Canecas doc semanais: análise de 1-2 documentos, atualização, compartilhamento de experiências.
Game-days: verificação da realidade do SOP/Runbook em simulações.
O roteiro do novato através de um conjunto de documentos obrigatórios + quizes curtos.
Dívida: backlog de melhorias com priorização (impact x effort).
19) Resultado
A documentação de operações não é um arquivo, é uma ferramenta de trabalho. Quando ela é conduzida como um código, tem proprietários, métricas de frescura e incorporada em incidentes, lançamentos e treinamento, a organização torna-se previsível: menos erros, mais rapidez de reação, responsabilidade compreensível e disposição para a auditoria. Escreva brevemente, atualize regularmente, automatize a rotina - e a documentação começará a economizar tempo e dinheiro.