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Off-ramp e retirada de fundos no fiat

1) Porquê off-ramp em iGaming

Off-ramp transforma os criptoativos da operadora em pagamentos fiatos a jogadores/parceiros e repassa as contas fiatas da empresa. Objetivos:
  • conclusões rápidas e previsíveis (T + 0/T + 1),
  • redução da volatilidade (T0-conversão),
  • conformidade AML/sanções/Travel Rule e exigências dos bancos/PSP,
  • contabilidade e tributação transparentes.

2) Modelos off-ramp

2. 1 Custodial (via VASP/processador)

O provedor mantém as carteiras, faz o CUT/sanções, converte e envia o fiat para o banco/provedor de pagamentos.
Vantagens: velocidade de integração, SLA, complacência incorporada. Contras, dependência, comissões, limites.

2. 2 Não ostodial (carteiras próprias)

Você controla as chaves, envia os ativos para a bolsa/corretor, converte e retire o fiat.
Vantagens: flexibilidade, controle de comissões/rotas. Contras: riscos operacionais, necessidade de tesouraria 24/7.

2. 3 Híbrido

Fluxo castodial para somas em massa/regiões, independente para ativos VIP/especiais/cargas de pico.

3) Roteiros de pagamento de fiat

SEPA/SEPA Point (EUR): barato/rápido na EEE.
Faster Payments (GBP), ACH/RTP (USD): canais locais de baixo custo.
SWIFT: Palavras cruzadas, mais caras e mais longas, são necessárias para muitos países.
Circuitos locais Pix (BR), UPI/IMPS (IN), M-Pesa/dinheiro móvel (África), vales/carteiras (LATAM/Ásia).
Pagamentos de cartão (OCT/Push to Card): pseudomgnéticos no cartão, limites/limitações geo.

💡 É recomendável ter 2 + roteiros por região-chave + provedor de reserva.

4) Provedores de pagamento (Payout/Disbursement)

Funções: criação de pacotes de pagamento, CUS/sanções do destinatário (onde necessário), comprovação de adereços, estatais, webhooks, provas (UTR/ARN).
Critérios de escolha para cobrir países/métodos, limites, comissões, farmácias, SLA, velocidade de safort, qualidade de relatórios.

5) Núcleo de Complaens off-ramp

Jogador KYC: tier suficiente (ID/líveres; PoA/SoF por triger).
SoF/SoW: em grandes conclusões/anomalias (rapid in-out, estruturing).
KYT (kripto): avaliação de risco de endereços/rotas antes da conversão e na saída.
Travel Rule: Troca VASP↔VASP de IVMS101 para on-chain que saem antes do off-ramp (quando aplicável).
Sanções/RER: recriação diária de clientes/contêineres.
Matriz RBA: Low/Ted/High → profundidade, limites e velocidade diferentes.

6) Políticas de limites e soluções

SegmentoOnboardingLimites de saídaVerificações
Low RiskTier1/2Diárias altas/T + 0KYT OK, 3DS não necessário
MediumTier2 + PoAMédia/T + 1Dop. KYT, seletivamente SoF
HighEDD + SoF/SoWBaixos/holdKYT High → falha/escalação

Os desencadeadores de reforço são PEP/adverse media, high-risk geo, novos adereços, depozit→vyvod rápido, fragmentação de quantias.

7) Tesouro, FX e liquidez

Conversão T0 cripto → stable/fiat ao criar uma candidatura (ou T + N por política).
RFQ/Multiplicy: escolha o melhor curso, leve em conta as comissões e deslize.
Pool de liquidez: float de trabalho em bolsas VASP/bolsa, limites de conclusão, multisig e regra de 4 olhos.
Política FX: origem de preços (multi-fid), tempo de fixação, regras de arredondamento e devoluções.

8) Fluxos e estatais (arbitragem)

1. O jogador pede a conclusão 2. Verificações RBA/KYT/sanções → 3. Conversão (se necessário) → 4. Formação de pagamento (Rail/Provedor) → 5. Envio/confirmação (UTR/ARN/SRN) → 6. Entrega ao jogador → 7. Pós-controle (notificações, relatórios, reconsilização).

Estados para UX: 'Aceito' → 'Na verificação' → 'Foi pago ao banco/provedor' → 'Inscrito '/' Atraso '/' Rejeição'.

9) Reconsilização e contabilidade

Мэппинг: `withdrawal_id ↔ txid(on-chain) ↔ conversion_id ↔ bank_reference`.
Cruzamento T + 0/T + 1: somas, comissões de rede/provedor, FX, estatais, sobras não reveladas.
Ledger & DWH: fios bilaterais, inventário de carteiras/contas, logs imutáveis.
Impostos/relatórios: descarga por jurisdição, armazenamento do primário ≥ prazos legais.

10) X de saída (sem quebra de conversão)

Prazo transparente (ETA dinâmico por método/região).
Comprovação de adereços (IBAN/mapa) e avisos de erro.
Pagamentos split/partial release na EDD/SoF.
Registro: recibos, links de pagamento, ajuda para onde entrar em contato.
'Hold': temporizador/causa '(' precisa de confirmação de origem de fundos '), botão de carregamento de documentos.

11) Devoluções e disputas (disputes)

Não há charjbacks como os cartões: reembolso = novo pagamento/reembolso para origem (quando possível).
Política de endereço/conta: reembolsos apenas para adereços comprovados anteriormente.
Playbook: pagamentos perdidos (investigation com banco/provedor), adereços incorretos (cancelamento/reembolso por regulamento), conflito de moeda/taxa de câmbio (regras de fixação).

12) SLA, farmácia e degradação

Referências SLA: mala de carro Low Risk - ≤ 15 min p95, Medium - ≤ T + 1, High/EDD - ≤ 24-48 h.
A farmácia do provedor de pagamentos ≥ 99. 9%, webhooks ≤ 2-5 com p95.
Degradação: atrasos ao longo do caminho (RTP/SEPA Inst down) → mudança automática para reserva/SEPA padrão/SWIFT; O crescimento dos 'códigos R '/reject → reforçar a validação dos adereços; Incidentes KYT → hold + SoF.

13) Métricas e OKR

Payout Success Rate, Time-to-Payout p50/p95, SLA hit rate.
Costa per Payout (all-in: provedor + rail + FX + rede).
KYT reject %/sanções hits/SAR-conversion.
Participação hold/EDD, tempo médio de desbloqueio.
UX: proporção de adereços incorretos, solicitações repetidas de documentos, NPS/CSAT sobre conclusões.
Confiabilidade: farmácia, velocidade dos webhooks, frequência do feelover.

14) Anti-pattern

Único provedor/trilho sem feelover.
A falta de conversão T0 é uma perda de volatilidade.
Pagamentos de adereços não especificados.
Ignorar KUT/sanções «devido a pequenas quantias».
Não há Idempotidade. Doses de pagamento de retais.
Bloqueios «surdos» sem relatease partidária e comunicação compreensível.

15) Folha de cheque de implementação (curta)

  • Política RBA: limites/desencadeadores, PoA/SoF/SoW, RER/sanções, KYT/Travel Rule.
  • Provedor (s) de pagamento + reserva, roteiros por região (SEPA/FPS/ACH/SWIFT/local/Push-to-Card).
  • Tesouro: Conversão T0, RFQ/Multiplicy, Multisig, limites, 4-olhos.
  • Validação de adereços (IBAN/BIC/card BIN), anti-duplos, chaves idimpotentes.
  • Estatais/webhooks, provas (UTR/ARN), varreduras e alertas SLA.
  • Contabilidade/reconsilização: lager, mapping 'withdrawal↔txid↔bankRef', relatórios/impostos.
  • UX: ETA, partial release, razões claras hold, portal de documentos.
  • Playbooks de incidentes: falhas de trilho, adereços errados, KYT high-risk, sanções.
  • Formação de safort/finanças/complacência; modelos de cartas e respostas.
  • Retoques trimestrais de métricas e calibração A/B de limites/liminares.

16) Resumos

O off-ramp de sucesso no iGaming é uma arquitetura de pagamento, em vez de um provedor: multi-roteiros e feedback, RBA + KYT/Sanções/Travel Rule, Conversão T0 e Disciplina do Tesouro, UX transparente e tecnologia Idempotante. Este tipo de circuito oferece conclusões rápidas e previsíveis, reduz o custo e mantém os riscos sob controle.

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