Sinais de frod e compilação de transações
1) Porquê e como ele afeta a monetização
A pesquisa antifrod determina se a transação é frictionless, vai para o 3DS-challenge/SCA ou será rejeitada/reorientada para outro método. A calibragem correta dá:- ↑ Approval Rate sem o crescimento dos charjbacks,
- Custos de SCA/challengs e safort,
- ↑ LTV através de pagamentos COF/MIT sustentáveis,
- A conformidade do PSD2-TRA (Transmissão Risk Analysis) com os provedores/bancos.
2) Mapa dos sinais (o que recolher)
2. 1 Identificação de dispositivo/sessão
Device fingerprint (canvas/webgl/áudio, user-agente, fontes, timezone, idiomas).
ID Cookie/LocalStorage/SDK-ID, sustentável (privaciy-safe).
Emuladores/ruth/jailbrake, proxy/VPN/datacenter-IP, TOR.
2. 2 Geo e rede
IP-geo vs BIN-país vs billing-país, atraso da rede/RPT, ASN/provedor.
Taxa de mudança de IP/geo, «saltos» de timzon, conhecidos «tóxicos» da rede.
2. 3 Atributos de pagamento
BIN: esquema, país, banco, débito/crédito/prepaid, comercial/pessoal.
MCC 7995, soma/moeda, frequência de tentativas por token/cartão/dispositivo/conta.
Histórico 3DS (frictionless/challenge), normalização AVS/CVV, rede tocens (VTS/MDES/NSPK).
2. 4 Comportamento e comportamento bio
Velocidade/ritmo de entrada, copypast, ordem de campos, erros CVV/índice.
Pattern "bots' (headless, cliques automáticos), ciclos anormais.
2. 5 Conta e Conde de Ligações
A idade da conta da KYC é associada a dispositivos/pagamentos.
Grafo: dispositivos compartilhados/IP/mapas entre contas, clusters de multiackounts.
Histórico de depósitos/conclusões, comportamento no jogo, devoluções/displays.
2. 6 Fontes externas
Blacklists IP/dispositivos/BIN, sinais comportamentais de serviços de antifrode, regiões de risco/janelas de tempo.
3) Fichador e qualidade de dados
Função Store: definições de fich, versionização, TTL/janelas de tempo (1h/24h/7d/30d).
Paridade online/offline: As mesmas transformações em realtime e treinamento.
Controle de dados: schema validation, «not null», faixas, anti-download (leakage).
Selo: marce o chargeback, confirmed fraud, friendly fraud, legit com datas; aplique «verdade adiada» (label delay).
4) Abordagens para o escrutínio
4. 1 Regras (policy engine)
Rápido e explicável: geo mismatch + velocity → 3DS.
Contras: rigidez, muito falso positives.
4. 2 modelos ML
GBDT (XGBoost/LightGBM/CatBoost) - padrão para fichas de tabela; interpretação forte (SHAP).
Modelos gráficos (GraphSAGE/GAT) - para conexões de dispositivos/IP/mapas.
Neurosseti (TabNet/MLP) - quando há muitas interações/não lineares.
Conjunto: GBDT + embedding gráfico (node2vec) + regras.
4. 3 Anomalistas
Isolation Forest/LOF/AE para novos mercados/história fraca; É usado como sinal, não como o veredicto final.
5) Estratégia liminar e SCA/3DS
Raiz → ação (exemplo):- 'score ≤ T1' → applve (em eEA: TRE-exempt em PSP/banco, se disponível)
- 'T1
- 'score> T2' → decline/pedido de alternativa (A2A/carteira)
Calibragem: Exibe o T1/T2 nas metas CBR% e AR%, considerando o custo do challenge e o risco do chargeback. Em áreas PSD2, use o TRA dos associados onde o provedor de frod executa 6) Arquitetura de decisão online 1. Passo pré-auth: coleta device/geo/velocity → corte por ≤ de 50-150 ms. 7) Fichas específicas (cheat-sheet) 8) Explicabilidade e controle do preconceito SHAP/função de importance para soluções de limites T1/T2. 9) Experimentos e calibragem Testes A/B: baseline regras vs ML; ML-on vs ML-off; T1/T2 diferentes. 10) Monitoramento e deriva Data drivt (PSI/KL) em fichas-chave; target drivt (charjbacks). 11) Relação com routing e PSP O screening afeta o smart-roting: envie para PSP de borda com o melhor AR para BIN/emissor. 12) Processos e «governance» Mapa modelo, proprietário, versão, data de lançamento, alvo KPI, riscos. 13) Anti-pattern Misturar fies offline e online sem controlar atrasos → fugas/falsas vitórias. 14) Folha de cheque de implementação 15) Resumos Antifrode forte no iGaming é uma combinação de sinais ricos (device/geo/BIN/comportamento/grafo), fichestor sustentável, conjunto de regras ML +, estratégia de liminar clara sob SCA/TRA, e disciplina de operação (A/B, deriva, explainability). Assim, você retém a conversão, reduza os charjbacks e torna o rendimento previsível.
2. Solução: approve/3DS/decline/routing alternativo (PSP-B, outro método).
3. Integração 3DS: se soft-decline → uma repetição com SCA sem voltar a digitar o cartão.
4. Loging: salvemos 'score', 'top-fici' (SHAP top-k), a ação aceita e o resultado da autorização.
5. Feedback loop: charjbacks/displays → editoras em fichador.
Geo/Net:
Behavioral:
Payments:
Graph:
As regras de «safety net» estão acima de ML: por exemplo, 'CVV = N' n' challenge/decline, independentemente do baixo escrutínio.
Políticas fairness: não usar atributos proibidos; uma auditoria contra a discriminação indireta.
Métricas: AR, CBR%, 3DS rate, Challenge sucess%, Costa/approved.
Profit-weighted ROC: otimize não o AUC no vácuo, mas a economia (loss matrix: FP = giro perdido, FN = chargeback-loss + fees).
Alerts: Crescimento de 'score> T2' no cluster BIN/país; «05» depois do 3DS.
Reajuste regular (semanal/mensal) com safe-deploy (shadow → canary → full).
Controle de calibração (Brier score, reliability curves).
Ao degradar o ACS/emissor («91/96»), aumente temporariamente o T1 (mais frictionless com low-risk) ou redirecione para o PSP-B.
Mudança-controle: RFC para novas regras/liminares, gravação de resultados A/B.
Doutor pacote TRA para PSD2: descrição da metodologia, métricas de frode, frequência de procedimentos.
Fazer «total decline» no relógio de pico mata AR e LTV.
Depender apenas de regras ou apenas de ML.
Ignorar os sinais SCA-soft e não iniciar o 3DS se necessário.
Logar PAN/PII sem máscara é uma violação do PCI/GDPR.