Pesquisa UX e entrevistas
1) Para quê e quando fazer pesquisa UX
Estudos UX reduzem incertezas e riscos, confirmando as necessidades dos usuários, identificando barreiras e prioridades, ajudando a tomar decisões sobre fichas e design até o desenvolvimento caro.
Desencadeadores típicos:- Ideia/discovery: Você precisa entender o que construir (necessidades, contexto, JTBD).
- Avaliação do conceito: gostaria de testar o valor e a formulação do off.
- Validação do design antes/depois do protótipo, antes do lançamento.
- Post-lançamento: Por que as métricas estão a estourar/crescer, onde a fricção e os backlogs de insights.
2) Aulas de pesquisa e local de entrevistas
Genéricos (discovery): entrevistas profundas, observações contextuais, pesquisas diárias, mapeamento de tarefas (JTBD).
Avaliações: testes de yusability, tree-testing, card-sorting, first-click, sondagens.
Testes A/B, bandits.
A entrevista é um método fundamental de pesquisa genérica, que revela motivos, contextos, «trabalhos» e barreiras.
3) Tipos de entrevista
Não estruturado: diálogo livre para mapeamento primário de tópicos.
Semi-estruturado (recomendado por padrão): Há hyde e blocos, mas a ordem é flexível.
Estruturado: cenário fixo para comparabilidade de respostas (em fases recentes).
4) Preparação: objetivos, hipóteses, usuários
1. Configure uma questão de negócios e de pesquisa (o que você vai decidir).
2. Configure hipóteses de trabalho (H1... Hn) e questões comportamentais essenciais.
3. Defina os segmentos e critérios de recrutamento (por comportamento e não demografia).
4. Resolva o formato remotamente/de olho, individualmente/grupo de foco (para entrevistas é melhor 1:1).
5. Faça a logística, slots, gravação, consentimento, recompensa, links de bacap.
Quantos entrevistados?
Para entrevistas de qualidade, a orientação é de 5 a 8 pessoas por segmento antes da saturação (quando as novas sessões não trazem novos temas). Para dois ou três segmentos-chave, normalmente são 12 ou 20 entrevistas.
5) Recrutamento e screening (modelo)
Princípios: contrate «por comportamento», desista dos entrevistados profissionais e do pessoal da indústria, verifique os critérios através de um perfil específico («Fale da última experiência»...).
Mini-modelo de screening:- Q1. Descreva a última vez que você fez uma ação de destino>. Quando foi?
- Q2. Quais ferramentas/sites/aplicativos você usou?
- Q3. Com que frequência você é
? (Semanal/Mensal/Menor) - Q4. Cenário de exceção: «Você trabalha em UX/marketing/pesquisa?» (excluir «Sim»)
- Q5. Idade, país/língua, plataforma (desctop/mobile), consentimento de gravação.
6) Ética, privacidade, consentimento
Receba o consentimento informado: alvo, formato, gravação, anonimato, direito de recusar.
Minimize o PII, armazene os dados em segurança, use ID anônimo.
Em temas sensíveis (finanças, azart, saúde) - linguagem suave, direito a «omissão».
7) Design de entrevista Guide (modelo)
Estrutura (45-60 min):1. Aquecimento (5 min): contexto, papel, experiência recente.
2. Unidade principal (25-35 min):- Histórias da vida real (a última vez/a mais difícil/a mais boa).
- «Antes, durante e depois», três fases do caminho.
- Motivos, desencadeadores, barreiras, compromissos, alternativas.
- Formulação JTBD: «Quando
, quero para ». - 3. Verificação de conceitos/telas (10-15 min) - se apropriado.
- 4. Conclusão (5 min): O que foi inesperado, que não foi perguntado, está pronto para o folhowup.
- "Fale-me da última vez que... «Qual foi o ponto de partida?»
- "Quais alternativas foram consideradas? «Porque é que escolheste isso?»
- "Qual foi o momento mais difícil? Como foi?"
- «Se pudéssemos remover um passo, o que seria e porquê?»
O que evitar: Indícios («Concordem que»...), duplos («Quando e porquê»... em um), hipotéticos («E se...» - pode, mas no final), avaliações («Gosta/não gosta?» Em vez de "Como é que fez isso? »).
8) Realizar: moderação sem distorções
Construa o rapto, explique o papel, sublinha que «não o testamos».
Use a audiência ativa, ecos, clarificações, pausas.
«Por quê, mostre-me como o fazem», «pense em voz alta».
Acompanhe a neutralidade (tom, mímica), fixe o que está a ser observado e não a interpretação.
Conduza os temporizadores para decifrar.
9) Documentação e armazenamento
Gravação + transcrição, anotações do modelo: Situação → Ação → Resultado → Emoção → Citação → Possibilidade.
Imediatamente após a sessão preencha o debrief (5-10 min), assinale os insights e perguntas recentes.
10) Análise de dados de qualidade
Codificação: Seleção aberta → axial → de temas-chave; negocie o codbook com antecedência.
Gráfica afinidade: agrupa citações/observações em clusters, depois temas/insights.
Sintonia JTBD: mapa «Situação → Motivo → Resultado esperado → Barreiras → Trigueiros».
Indivíduos/segmentos: baseado no comportamento e motivação, não apenas na demografia.
CJM/Service Blueprint: etapas, tarefas, dores, emoções, métricas, processos backstage.
Confiabilidade: consentimento intercoderal, triangulação de fontes (entrevistas + dados comportamentais + métricas).
11) De insight a solução
Formate as descobertas na memória do comando:- Insight: padrão observado («Os jogadores se confundem entre o saldo e a conta de bónus»).
- Funcionity: como transformar em valor («Juntar carteiras em um único painel e adicionar dicas»).
- «Se fizermos um X, veremos uma métrica Y».
- Experimentos: protótipo de yusability piloto A/B, com critérios claros de sucesso.
12) Métricas de qualidade de pesquisa
Saturação (theoretical saturation), triangulação, artefato transparente (replicável).
Para os passos seguintes quantitativos: tamanho do efeito, potência do teste, intervalos de confiança.
Para a usability: sucesso de tarefas, tempo de tarefa, SEQ/UMUX-Lite, erros/pontos de falha.
13) Especificidades de domínios com cenários sensíveis (finanças/iGaming)
Entrevistas sobre dinheiro/apostas/privacidade com maior delicadeza.
Enfatize o anonimato e evite a vergonha e a definição.
Protótipos com dados disfarçados; discutir riscos/limites - através de histórias reais, não de abstrações.
Não se esqueça da compliance (regras de jogo responsável, idade, KYC/AML): exclua grupos inadequados com screening.
14) Modelo de plano de pesquisa (copie no wiki)
Objetivo:
Perguntas de pesquisa:
Métodos:
Segmentos e critérios:
Amostra:
Riscos/ética:
Procedimento:
Artefatos à saída:
Métricas de sucesso da pesquisa:
Timeline:
Responsáveis:
15) Modelo de entrevista de guide (fatia)
1. Introdução (1-2 min): alvo, formato, privacidade.
2. Aquecimento: «Fale sobre você e sua última tarefa <X>».
3. Histórias: "Descreva como você foi pela última vez
4. Fase «antes»: espera, critérios de seleção.
5. Fase do tempo: passos, ferramentas, barreiras, emoções.
6. Fase «depois»: resultado, satisfação, o que melhorar.
7. Teste de conceito/tela (se houver): "O que você espera ver depois? Onde clicaria?"
8. "O que é que não perguntei? Qual foi a coisa mais útil que tivemos?"
16) Folha de cheque do moderador
- Objetivos e hipóteses formalizados
- Screening aprovado, recrutamento iniciado
- Consentimentos prontos, gravação verificada
- Hyde polido, os times são colocados
- Linguagens neutras, pausas, «mostre como»
- Debrief após cada sessão
- Codbook único e tabuleiro para Affinity
- Fusão em artefatos, insights ligados a dados
- Backlogs de experiências e owner para cada hipótese
17) Antipattern
Uma entrevista de opinião, não de comportamento e história.
Mistura de screening e entrevistas (os entrevistados «ajustam-se»).
Questões inflamatórias, falta de pausas, «proteção» da sua própria decisão.
Nenhuma análise de sistema (sem codificação, sem Affinity).
Insights sem ligação com questões de negócios e métricas.
18) Ferramentas (por papéis)
Realizar e gravar: Zoom/Meet, Lookback, OBS.
Transcrições e codificação: Detetail, Airtable/Notion, Excel/Sheets.
Fusão e visualização: FigJam/Miro, Whimsical.
Recrutamento: painéis de entrevistados, suas bases de dados, formulários de screening.
19) Início rápido (one-pager)
1. Descreva a questão de negócios → 2) selecione 1-2 segmentos → 3) faça um screening → 4) execute 6-8 entrevistas semiestruturadas → 5) Affinity + codbook → 6) com insights e CJM → 7) formulando 3-5 experiências com critérios de sucesso.